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Salários atrasados: contabilidade explica

A crise econômica está afetando a todos e não pagar o salário dos funcionários em dia pode ser a realidade de muitas empresas que atuam com carteira assinada. O atraso de pagamento pode até acontecer dentro de algumas organizações, tanto as públicas quanto as privadas.

Mas, é importante que os empregadores tenham em mente que essa é uma prática ilegal e que os funcionários provavelmente buscarão por seus direitos quando ela vir a ocorrer. Por regra, o pagamento de salário é uma obrigação mensal de qualquer empresa, que deve arcar com a utilização dos serviços prestados por seus colaboradores.

O atraso compromete a organização financeira e até mesmo impacta no sustento do trabalhador, que fica sem saber o que fazer diante dessa situação. As empresas devem estar cientes de que o pagamento salário é um gasto fixo, mesmo que existam muitas razões para justificar esse atraso. Quer saber mais sobre quais são as responsabilidades de qualquer empregador? A contabilidade explica para você!

O que a CTL diz sobre atraso de pagamento?

A legislação costuma ser bem categórica sobre esse assunto. Sendo assim, a Consolidação das Leis Trabalhistas (CTL) estabelece que o salário do funcionário seja pago em dia, de forma integral e sem desfalques.

Independente da situação financeira em que a empresa se encontre, os direitos dos colaboradores não podem ser colocados em risco. Isso está previsto no artigo 2º da CLT, que frisa que uma empresa não pode transferir os riscos e dificuldades de sua atividade para os funcionários.

Quando o atraso é caracterizado pela lei?

O atraso de salário passa a ser configurado quando não há pagamento após todo quinto dia útil do mês. Essa definição só pode ser modificada mediante a um acordo coletivo entre empresa e funcionários.

Quantos dias a empresa pode atrasar o salário do funcionário?

A partir de um dia de atraso, com base na data citada, os funcionários já podem reivindicar o pagamento. Porém, a gravidade da infração vai aumentar conforme os dias vão passando dentro do mês.

O que acontece se a empresa atrasa o salário?

Em casos de atrasos dos pagamentos, a empregadora deverá pagar uma multa, conforme estabelecido pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST). O funcionário pode também entrar na justiça ou alegar que esse é um motivo para se fazer uma rescisão indireta do contrato de trabalho (casos em que a empresa paga multa de 40% sobre o valor total do FGTS (Fundo de Garantia).

Porém, essas são medidas que devem ser muito bem consideradas, não sendo inteligente adotá-las quando o atraso de salários não é algo recorrente. Afinal, por mais que a prática seja ilegal, o atraso não é classificado como alta gravidade punitiva perante à lei.

Mas, atenção empregador! Se o seu funcionário ficar com o nome negativado junto ao SPC e ao Serasa ele tem todo o direito de pedir indenização por danos morais e materiais.

Como calcular multa por atraso de pagamento de salário?

Muito se fala que, apesar de prever o pagamento dos salários, a CTL é omissa quando a punir as empresas que cometem essa ilegalidade. Porém, o TST já deixou algumas penalidades bem determinadas quanto a isso. As multas, inclusive, podem progredir.

O valor a ser calculado e cobrado pela multa irá variar de acordo o tempo em que o funcionário está sem receber. Confira:

Atraso em período inferior a 20 dias: Multa adicional de 10% sobre o saldo devido e correção monetária do salário do funcionário sob o período.

Atraso em período superior a 20 dias: Multa adicional também de 10% mais cobrança de 5% em cima do valor a cada dia útil em que o salário do funcionário permanecer atrasado.

Tenha um contador de confiança

Evite pagar multas e ter que ser indenizado por danos morais e materiais! O salário do funcionário é um direito e, qualquer boa empresa que se preze, prioriza esse pagamento. Está precisando de um auxílio para os momentos de dificuldades econômicas?

Entre em com a equipe da Abra Contábil! Apenas um contador pode orientar os gestores da forma mais segura possível, especialmente em momentos de dificuldades. Descubra as vantagens da Abra através de nosso telefone, e-mail ou site.

Como fazer as demissões em massa da melhor forma? [Contabilidade Explica]

A demissão de funcionários é um processo que, apesar de delicado e até polêmico, é comum dentro da gestão de qualquer empresa. Mas, em tempos de crises econômicas, esse recurso acaba se tornando ainda mais frequente dentro dos setores de RH e em todo o cenário empresarial.

As consequências da pandemia do coronavírus, no entanto, têm causado mais prejuízos que a normalidade previa. Por isso, é bastante comum que muitas empresas recorram às demissões em massa no segundo semestre de 2020 e também de 2021. Essa medida nada mais é do que desligar um grupo de funcionários de uma empresa por uma mesma razão, sem que haja necessidade de substituição do trabalhador.

Mas, afinal, como fazer esses desligamentos de funcionários de acordo com a legislação trabalhista? É comum que surjam muitas dúvidas, especialmente em crise econômica. Nesse artigo você descobrirá como transcorrer de acordo com o auxílio e visão da contabilidade. Confira:

Como agir em uma demissão em massa?

Medidas para evitar a suspensão de contratos em virtude da pandemia ainda seguem esperando por uma aprovação no Congresso Federal. Por isso, essa é uma decisão delicada e que exige uma postura muito correta de qualquer organização.

Antes que a demissão seja caracterizada, a decisão deve ser aprovada sob análise do setor de RH, com base em estudos estratégicos de pessoas. Se ela for inevitável para a saúde financeira e atividades da empresa, deve ser feitam, mas conforme prevê a legislação.

Essa decisão deve ser realizada de forma humanizada para que seja menos traumática para os colaboradores. Algumas medidas internas podem ser adotadas para facilitar o processo e amenizar seus impactos, como:

  • Nomear um porta-voz qualificado para a notícia
  • Ser transparente sobre os reais motivos
  • Utilizar a solução financeira Outplacement
  • Se manter aberto à responder perguntas
  • Ficar atento à legislação
  • Estar pronto para demissões voluntárias.

Como realizar uma demissão em massa?

Desde 2017 a demissão em massa conta com as mesmas regras aplicadas para desligamentos individuais de funcionários. Assim, ao desligar um grupo de colaboradores, a organização não necessita fazer negociais sindicais, mas deve suprir todos os direitos e vencimentos previstos como se fosse um caso de demissão individual. São eles:

  • Aviso-prévio
  • Férias proporcionais
  • Férias não usufruídas
  • 13º proporcional
  • Indenização de 40% sob o FGTS
  • Liberação para o saque do FGTS
  • Seguro desemprego (para quem tem o direito).

Após a decisão, o porta-voz deve comunicar ao grupo o desligamento. Cada funcionário deverá levar ao RH (setor de Recursos Humanos) a documentação exigida para dar entrada em suas saídas.

Como demitir um funcionário por corte?

Os cuidados com demissões também devem ser levados em conta em demais situações. Quando se tratar de um corte de gastos interno é muito importante que o setor de RH e a empresa deixem claro ao funcionário que a demissão não está vincula a sua produtividade e desempenho.

Isso faz com que a situação não seja traumática, mas também que a empresa não fique com uma imagem ruim no mercado.

Qual o período em que uma empresa não pode fazer demissões?

Mas, atenção! Existem casos de trabalhadores que, de acordo com a lei, não podem ser demitidos, muito menos em uma situação de demissão em massa. Os casos podem variar levando em conta fatores como a saúde do trabalhador e sua proximidade com a aposentadoria, por exemplo. Veja aqui oito exemplos:

  • Casos de acidente de trabalho
  • Casos de doença ocupacional (por conta do trabalho exercido)
  • Mulheres grávidas
  • Mulheres que sofreram aborto involuntário
  • Dirigentes sindicais
  • Integrantes da CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes)
  • Funcionário em pré-aposentadoria (faltando 12 a 24 meses)
  • Demissão nos 30 dias que antecedem uma base coletiva.

Procure uma contabilidade

A demissão de um funcionário envolve muitos aspectos legais e nem sempre é algo intuitivo de ser feito. Mas, você não precisa ficar à mercê das dúvidas. Procure um especialista de ciências contábeis para te auxiliar nesse momento peculiar para a sua empresa.

Através da contabilidade o RH consegue trabalhar de forma alinhada, com suporte e relação de documentações exigidas conforme as atualizações da legislação trabalhista. A Abra Contábil possui profissionais qualificados para prestar toda assessoria necessária para você e sua empresa. Entre em contato via telefone, site ou e-mail.

Como fazer um planejamento financeiro em tempos de crise?

Queda no movimento, redução na produção e baixa no faturamento: Muitos são os impactos gerados por uma crise que podem colocar o futuro de um negócio em risco.  A pandemia do Coronavírus instalou uma alta instabilidade econômica e financeira entre a maioria da população.

Para superar momentos e dificuldades como essa apenas uma boa gestão financeira, com um planejamento bem traçado, pode evitar prejuízos ainda maiores. Mas, esse não é um desafio apenas das empresas e dos empreendedores. Infelizmente, muitas pessoas não sabem como gerir o seu dinheiro da forma correta.

A pandemia está gerando e gerará impacto entre todos. Empresas e funcionários devem saber fazer um planejamento financeiro empresarial ou um planejamento financeiro pessoal de qualidade. Para isso, deverão saber desenvolver a sua educação financeira. Confira algumas dicas!

A importância da educação financeira em tempos de crise

Não existe um bom gestor sem uma boa educação financeira. E a base é compreender que, além do controle de despesas, o dinheiro precisa render. Isso envolve saber poupar, gastar e investir. É necessário que uma reserva financeira exista, especialmente quando o assunto é planejamento pessoal.

Assim, em momentos de crise, o dinheiro te ajuda a sobreviver, mas também gerar novas oportunidades. Quem possui uma educação financeira aprende a fazer a gestão e planejamento de seu dinheiro, mas também a evitar dívidas e falsos benefícios financeiros oferecidos por bancos e empresas de crédito.

Por fim, a educação financeira é sinônimo de consumo consciente, tanto em prioridade de gastos e investimentos, mas no uso de cartões de crédito.

Como deve funcionar o fluxo de caixa durante a crise?

Para que não haja imprevisto, a gestão do seu fluxo de caixa deve sempre contar com possíveis gastos e investimentos extras. Receitas e despesas previstas devem ser consideras, mas, além disso, é importante fazer uma análise do que pode ser ajustado.

Como fazer a gestão de caixa em tempos de crise?

Essa não é uma etapa muito complicada, porém, deve ser bem realizada. Uma gestão envolve números e cálculos, além de precisão nas decisões. Em tempos de crise, os cuidados devem ser redobrados. Siga esse passo a passo para ter uma gestão controlada e eficiente.

Planejamento de cenário

Faça em levantamento de todas as despesas fixas previstas para o período de três meses, especificando também os valores. Depois aponte em um planilha as despesas eventuais que podem aparecer durante esse período. Evite uma surpresa desagradável, inclusive quando envolve inflações e alta de juros!

Análise de despesas

Com base nos dados levantados, estudo e liste quais são os gastos que você não considera positivos para a empresa ou para o seu cotidiano. Esse é um momento de reflexão, de elencar prioridades. No caso das empresas, é a parte de quantificar o que está funcionando dentro do empreendimento.

Ajuste os seus gastos

Esse é o momento de agir e fazer os cortes necessários: Desfazer um negócio, abrir mão de um serviço, cancelar uma assinatura, negociar entre parcerias e fornecedores ou quitar dívidas existentes. O importante é que ao final do trimestre o seu caixa esteja positivo e não zerado ou negativo.

Tenha as contas em dia

Contas são algo em comum entre pessoas físicas e empresas. Por isso, em períodos críticos, não atrase o pagamento delas. Além da cobrança de juros, esquecer uma conta importante pode desestruturar todo o seu planejamento.

Conte com a sua reserva de emergência

Em último caso, tenha assegurado um recurso para te auxiliar em situações emergenciais e imprevistas. Destine para a sua reserva o que for possível para que ela esteja forte em um momento de real necessidade.

Como potencializar o seu negócio na crise?

Além da gestão de fluxo de caixa, outras medidas administrativas também podem ser tomadas para incrementar o faturamento. Veja alguns exemplos:

  • Diversificação da forma e condições de pagamentos
  • Realização de promoções
  • Implementação de serviço de entregas
  • Aderir aos planejamentos de marketing digital.

A Abra pode ajudar!

Apesar do conhecimento em gestão, contar com profissionais especializados em contabilidade é uma segurança para seu negócio. Quer garantir segurança e um bom fluxo de caixa para atravessar a crise? Contate a Abra Contábil! Prestamos a assessoria necessária para você!

Parcelamento do Simples Nacional [Como Fazer?]

Manter os impostos em dia com a Receita Federal é um dever de todos os contribuintes brasileiros. Porém, por conta de esquecimento, atraso ou imprevistos financeiros, é comum que os débitos apareçam. Mesmo no caso de empresas incluídas no regime tributário Simples Nacional, muitas vezes, as parcelas de pagamentos podem acabar acumulando.

Para facilitar a arrecadação, e também a gestão dos empresários, o Governo Nacional oferece como alternativa o parcelamento das pendências da DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional). Por mais que exista essa facilidade, o contribuinte deve ficar atento aos acúmulos de impostos sob os débitos e também a possibilidade de exclusão do seu Simples Nacional.

Descubra nesse artigo como parcelar seus impostos e como gerar o parcelamento do Simples Nacional.

Quem pode parcelar os débitos?

Qualquer empresa (pessoa jurídica) ou pessoa física que tenham dívidas com a União pelo Simples Nacional. O parcelamento é válido inclusive para contribuintes que estejam com o CNPJ baixado, ou seja, a empresa não esteja mais em funcionamento.

Quantas vezes posso parcelar o Simples Nacional?

O Governo Nacional permite o parcelamento dos débitos em até 60 vezes. Mas, para que o contribuinte possa parcelar nessas condições, a parcela deve ter o valor mínimo de R$ 300.

Essa regra não é válida para empresas MEI (Microempreendedor Individual). Para qualquer caso, o cálculo do valor das parcelas é gerado pelo próprio Sistema de Negociações (SISPAR), informando a quantidade de parcelas disponíveis para o caso do contribuinte.

Como gerar o parcelamento do Simples Nacional?

A adesão ao parcelamento é feita de forma digital, em um método de atendimento imediato e bastante simples. Para solicitar o parcelamento, o contribuinte deve acessar o Portal REGULARIZE, clicando na opção “Negociação de Dívidas”, seguido de “Acessar o SISPAR”.

Nessa tela, vá ao menu “Darf/DAS” e em seguida irá aparecer a opção de parcelamento e já a possibilidade de emitir o documento da parcela.  Se o pagador quiser optar pelo pagamento em débito automático deve clicar na opção “Débito Automático”, disponível na tela inicial do SISPAR. Depois de preencher todos os dados solicitados nos campos deve clicar em “Gravar’.

Atenção: A rescisão automática do parcelamento acontece após o não pagamento de três parcelas, sejam elas consecutivas ou não. É possível solicitar o reparcelamento, desde que a primeira parcela seja equivalente a 10% ou 20% dos débitos consolidados. O que define esse percentual é se o contribuinte já aderiu ao reparcelamento anteriormente. Se informe!

Consulte uma contabilidade

Apesar de não ser uma função complexa, existem muitas regras sobre o parcelamento que devem ser levadas em considerações no momento da adesão. Por isso, se você ainda ficou com alguma dúvida, busque auxílio com um contador de sua confiança.

A Abra Contábil atua prestando atendimento para micro, médias e grandes empresas há mais de 20 anos. Nossa equipe trabalha com assessoria e planejamento financeiro e estratégico, portanto, estamos aptos para resolver todas as questões que envolvem o seu negócio. Entre em contato e quite com segurança seus débitos com a União!

Emissão NF-e do Simples: 8 erros mais comuns

Na hora de emitir a NF-e, erros podem ser cometidos. Confira neste artigos os principais:

Nacional

Emitir uma nota fiscal eletrônica (NF-e) não é considerada uma tarefa complexa para as empresa. Mas, na rotina corrida dos gestores, podem acontecer pequenos erros que dificultem o processo de emissão. Por isso, na hora de preencher a nota fiscal, é preciso estar atento a cada etapa.

Para ajudar os empresários enquadrados no regime tributário Simples Nacional, criamos um pequeno guia. O regime Simples Nacional é o mais simplificado dos três existentes, mas, o processo de emissão é o mesmo.

Listamos os 8 principais erros cometidos nesse processo fiscal que, mesmo não sendo complexo, é um documento extenso. Evite problemas e pendências com a Receita Federal seguindo nossas dicas!

Dados incorretos

Um dos erros mais comuns durante o processo de emissão é preencher a nota com algum dado incorreto, devido à quantidade de informações solicitadas. Por isso, é preciso revisar tudo que é inserido com bastante atenção.

Qualquer dado equivocado pode invalidar a sua NF-e, inclusive, cadastramento de CNPJ/IE errado, o que é bastante comum.

Não preencher a descrição

A nota fiscal não é composta apenas por números, existindo uma parte escrita para dados da empresa. Essa etapa não deve ser ignorada, sendo descrita da forma mais abrangente possível.

Confundir correções com cancelamento

CC-e não é o mesmo que cancelamento de nota fiscal! CC-e é um procedimento que é realizado para casos em que a mercadoria ainda não tenha saído da loja ou um serviço não tenha sido prestado. Além disso, o cancelamento só é aplicável para notas autorizadas pelo Fisco, em um prazo máximo de 24h.

Não considerar categorias de rejeição

O Simples Nacional possui uma lista extensa de razões para rejeitar notas fiscais. Por isso, o empresário deve estar informado sobre todas essas categorias junto ao site do regime tributário.

Erro 90

Essa falha consiste em atestar que o certificado digital A3 é inexistente. Para solucionar, basta desconectar o Token ou o Smart Card do computador.

Erro de Duplicidade de NF-e

Esse é um erro cometido que possui baixa gravidade, configurado pela falta de reposta do Sefaz para validação da nota dentro do prazo.

Armazenamento inadequado

Toda nota fiscal precisa ser guardada com segurança pelo período de 5 anos, conforme a legislação tributária. Esse armazenamento garante que os documentos estarão à disposição do Fisco, além de ser indispensáveis para eventualidades, como acionar cobertura para garantias de fábricas.

Não emitir nota fiscal

Sim, esse passo também é importante! Existem profissionais que ainda pensam que a emissão não é uma obrigatoriedade. Mas, a não emissão configura crime de sonegação fiscal.

Estar com os impostos em dia na Receita Federal é um dever de todo contribuinte. A emissão de NF-e envolve vários detalhes burocráticos e é comum que as dúvidas surjam.

Mas, porque não deixar tarefas contábeis sob a responsabilidade de um profissional qualificado?

Contrate uma contabilidade para fazer emissão ou para te auxiliar no processo! A Abra Contábil possui uma equipe altamente renomada para prestar toda assessoria necessária para sua empresa.

Como pagar os impostos que estão atrasados?

Inadimplência não é o mesmo que sonegação!

Sim, o ideal é que os pagamentos dos impostos para a Receita Federal sempre estejam em dia. Mas, como o acúmulo de débitos é uma realidade para muitas micro e pequenas empresas, o parcelamento do Simples Nacional é a alternativa mais viável.

Para o empresário quitar os tributos atrasados é necessário que acompanhe calendários e cronogramas de parcelamento.

Essas datas são definidas e divulgadas pelo Governo Federal.

O pagamento integral ou o parcelamento são válidos para qualquer pessoa jurídica que apresente débitos, mesmo que a empresa não seja mais uma contribuinte, fechando suas atividades.

Descubra nesse artigo tudo o que precisa para quitar todos os impostos junto à Receita.

O que acontece se atrasar o DAS?

Mensalmente, o empresário classificado no regime tributário Simples Nacional deve fazer a Declaração Anual do Simples Nacional (DAS). Nesse documento único estarão todos os tributos que o empresário deve pagar para a Receita Federal. Não fazer esse pagamento não é um crime, mas é sim caracterizado como um descumprimento administrativo.

Quando a DAS ultrapassa seu prazo mensal, o contribuinte, além de ficar inadimplente, deverá pagar uma multa sob cada débito acumulado. Quem é MEI, precisa tomar cuidados redobrados. Caso duas parcelas fiquem atrasadas, o empresário perde os seus benefícios previdenciários.

Qual é o valor da multa do atraso?

O atraso da DAS implica em multas diárias para o contribuinte, no valor de 0,33% do valor total. Os juros são calculados com base na taxa Selic, ficando em 1% por cada mês de atraso.

Ou seja: quanto mais parcelas DAS acumularem, maior será o juro sobre os tributos que o empresário deve pagar para a Receita Federal.

Como emitir o guia do Simples Nacional em atraso?

Para regularizar a situação, o empresário precisa solicitar uma nova guia de pagamento, com os boletos atualizados. Para isso, o contribuinte deverá ir ao site oficial do Simples Nacional, acessando a plataforma via Certificado Digital ou através de um código de acesso.

Confira o passo a passo:

Passo 1

Se você não tiver nem o certificado ou o código, solicite um código de acesso através desse link: https://www8.receita.fazenda.gov.br/SimplesNacional/controleAcesso/GeraCodigo.aspx

Passo 2

Preencha os dados solicitados para acessar o login no sistema. Disponibilize o seu CPF, o CNPJ da empresa e a confirmação de segurança.

Passo 3

Ao acessar o sistema é só seguir os passos lá claramente disponíveis, atualizar a página e emitir um novo boleto.

Passo 4

Imprima o boleto e pague em lotéricas ou bancos ou, ainda, virtualmente, via aplicativo bancário.

Como calcular multas e juros do DAS?

De acordo com o Código de Defesa do Consumidor existem limites para cobranças de juros, mesmo em caso de multas. Nesse tipo de caso, a porcentagem, independente do tempo que passe, deverá continuar sendo igual ao valor do boleto multiplicado por, no máximo, até 2%.

Se você ainda tem dúvidas sobre multas, juros e quitação de débitos, procure seu contador. Caso não tenha, procure já um profissional competente.

A equipe Abra Contábil oferece toda assessoria que você precisa.

Tipos de regimes tributários [Guia 2020]

Empreender tem se tornado o desejo de muitos profissionais, em diferentes segmentos. Porém, se arriscar no empreendedorismo sem saber o básico sobre o que são os regimes tributários pode ocasionar sérios problemas para o gestor e o futuro de seu negócio.

É impossível abrir uma empresa sem classificá-la e sem saber sobre os seus encargos junto a Receita Federal. É essa função que terminará que definirá também tributos como:

  • IRPJ
  • COFINS
  • PIS
  • IPI
  • PASEP
  • Entre outros.

Descubra para que serve o regime tributário, quais tipos existem e qual deles encaixa com o seu perfil.

O que é regime tributário?

O regime tributário é um conjunto de leis que regulamenta uma empresa, definindo quais são os impostos que ela deverá pagar para o Governo. O sistema de cobrança tem como base a quantidade de arrecadação vinculada a um CNPJ de pessoa jurídica (empresas) e o seu tipo de atividade.

Quais são os tipos de regimes tributários?

Atualmente, existem três tipos de tributações no Brasil: Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real.

Em alguns casos, o empresário consegue escolher qual sistema se enquadra a sua realidade. Mas, em alguns, as características financeiras, administrativas e gerais definem o regime permitido para o modelo de negócio.

Veja detalhes:

Simples Nacional

Esse é um regime tributário facilitado e que se enquadra em muitos setores, por isso é muito vantajoso para micro e pequenas empresas. Sua principal característica é contar com alíquotas mais baixas. Além disso, o regime permite o recolhimento de tributos de todos os âmbitos em uma única via: municipais, estaduais e federais.

Lucro Presumido

Esse regime é direcionado para empresas corporativas e multinacionais que costumam ter uma arrecadação superior. Por esses motivos, geralmente, os gestores costumam ter maiores deveres e participações junto às estâncias tributárias.

Lucro Real

Por fim, o tipo mais complexo porque, resumidamente, ele pode ser adotado por qualquer categoria e atividade de empresas. Para se classificar nesse regime, se deve levar em consideração todas as receitas da empresa, subtraindo os custos e despesas.

Como é calculado o regime tributário?

Além do valor da arrecadação da empresa, o regime tributário também é definido pelo tipo de atividade e do ramo de atuação do CNPJ, como já citado. No Simples Nacional, a alíquota de tributos a serem pagos é variável, de acordo com o faturamento de cada empresa.

No Lucro Real o Imposto de Renda e a Contribuição Social têm alíquota de 15% sob o lucro líquido da empresa. Já o Lucro Presumido prevê alíquota com base em um percentual do valor de vendas realizadas e na categoria de atividade exercida, prefixada pela lei.

Como identificar o melhor regime tributário?

Existem muitas informações disponíveis na internet, porém, só um profissional pode passar a confiança necessária.

Está querendo abrir ou regularizar uma empresa, mas ainda tem dúvida sobre o assunto?

Procure um contador para te auxiliar! Ele saberá como identificar o melhor regime para o seu caso, levando em conta todos os cálculos necessários.

Controle financeiro: Como fazer uma boa gestão de custos?

Especialmente nos momentos de crise econômica, a sobrevivência de uma empresa irá depender de uma boa gestão financeira e administrativa.

Por isso, não tem jeito: A principal forma de evitar prejuízos – e em alguns casos até a falência – é ter um controle de saída do setor financeiro do seu negócio.

Por isso, a gestão de custos é uma peça fundamental nessa engrenagem e  necessita ser realizada com muita atenção.

Esses mecanismos e controles servem como um norte para qualquer empreendedor. Além disso, deve ser visto como um conhecimento básico para qualquer empresário de sucesso.

Veja nesse artigo como realizar uma boa gestão financeira e de qual forma ela pode impactar no seu negócio.

O que é gestão e análises de custos?

A gestão de custos é uma parte do processo da gestão financeira em si. Essa etapa da análise quantifica e controla todo capital que sai da conta empresarial para manter as atividades da empresa em funcionamento. Esses custos podem ser tanto fixos quanto variáveis.

A gestão tem como objetivo controlar os gastos e evitar aqueles que são supérfluos. Assim, a empresa tende a gastar menos e lucrar mais. Alguns custos comuns que podem ser reduzidas são:

  • Mercadorias e insumos
  • Energia elétrica
  • Conta telefônica
  • Mensalidade da internet
  • Mão de obra terceirizada
  • Transportes diversos
  • Materiais para funcionamento do escritório
  • Pagamento de aluguel ou IPTU
  • Salários e remunerações
  • Investimento em marketing
  • Impostos e tributações
  • Entre outros.

Como fazer uma boa gestão de custos?

O sucesso de uma empresa não está ligado somente ao lucro no final do mês, mas também com decisões administrativas e assertivas, como uma gestão de custo bem realizada. Essa gestão permitirá não só a sobrevivência do empreendimento, mas também uma maior projeção frente à concorrência. Mas, quando mal feita, pode influenciar na diminuição dos lucros.

Para isso, realizar um fluxo de caixa periodicamente e também contar e saber ler os demonstrativos contábeis s é parte fundamental. Assim, é possível administrar estrategicamente, com base em análises, planilhas e dados. Conte com quatro etapas: elencar os gastos, botar em planilha, analisar e replanejar.

Na etapa de análise, verifique os gastos básicos da empresa e não se atenha aos ganhos. Perceba o que é investimento e o que é supérfluo e então planeje o próximo mês. Outros aspectos devem ser levados em consideração:

  • Patrimônio líquido
  • Demonstrativos de resultados
  • Balanço patrimonial

Como os gastos interferem no controle financeiro de uma empresa?

Os gastos determinarão a sustentabilidade financeira da empresa. Se forem excessivos, os prejuízos e a queda na produtividade ficarão evidentes. Se forem saudáveis, promove o crescimento do empreendimento.

Tenha um contador de confiança

Tenha uma estratégia financeira bem traçada! Para evitar qualquer problema financeiro, e possíveis prejuízos, é importante contar com um especialista contábil.

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Acordo de acionistas: Questões importantes nesse contrato

É impossível ser sócio em qualquer organização e não estar preparado para o futuro e possíveis divergências. Uma das formas de se prevenir é através de um acordo de acionistas. Mesmo assim, muitas pessoas ainda pulam essa parte tão importante em uma sociedade, sem entender o quanto isso é grave.

Em casos de conflitos entre os envolvidos, apenas um acordo legal pode amenizar o quadro, sem contestações. Porém, muitas dúvidas podem aparecer sobre esse tipo de contrato.

Nesse artigo, você vai descobrir tudo que precisa para fazer um acordo de acionistas da forma mais correta possível.

Para que serve um acordo de acionistas?

Esse é um instrumento jurídico que serve como consenso entre os sócios de uma companhia, tanto de capital fechado quanto aberto.

Com intuito de evitar conflitos futuros, tem como função determinar direitos e responsabilidades de quem compõe a sociedade, através de um contrato legal. Na documentação consensual, todos os pontos relevantes da organização são detalhados.

Quais são os tipos de acordos de acionistas?

Utilizando diferentes critérios, os acordos de acionistas podem ser classificados em seis tipos, atendendo a diversas ordens da companhia. Leva-se em consideração critérios de finalidade e de conteúdo. São eles:

Critérios de finalidade

  • Acordo de comando – Determinará quem controla a sociedade, além de diferentes decisões administrativas.
  • Acordo de entendimento mútuo – Define os interesses dos controladores e acionistas minoritários, evitando conflitos e discordâncias.
  • Acordo de defesa – Protege os acionistas minoritários contra possíveis abusos vindos da organização.

Critérios de conteúdo

  • Acordo de bloqueio – Busca evitar alguns tipos de mudanças na composição societária da empresa.
  • Acordo de voto – Define de qual forma o direito ao voto será empregado pelos acionistas.
  • Acordo múltiplo – Especifica os interesses da pessoa jurídica e dos acionistas através de diferentes abordagens.

Quais são os pontos relevantes em um acordo?

No momento de oficializar o acordo, três pontos relevantes devem ser detalhados no contrato pelos acionistas, assinando o documento.

Governança

Esse ponto específica como é feita a divisão de responsabilidades da sociedade, definindo as áreas de atuação de cada acionista e suas funções. O ponto também define se terá conselhos de administração, assim como estipula qual decisões podem ser tomadas coletivamente ou individualmente.

Transferência de ações

Esse ponto estabelece as formas que o acionista usa para efetivar a venda de ações. Nessa cláusula, outros acionistas podem, inclusive, ter direito preferencial em aquisições, além de trazer outros detalhes de venda.

Solução de impasse

Esse ponto frisa as formas de solucionar casos de divergências entre as partes. O contrato irá apontar se existirá mediação ou arbitragem e quais mecanismos podem ser utilizados.

Procure por um especialista

Como dá para perceber, acordos entre acionistas envolvem muitos detalhes administrativos e burocráticos. No dia a dia, exercer essa função pode ser cansativo e arriscado para o seu contrato final. Por isso, não abra mão de um especialista para te ajudar nessa tarefa.

Entre em contato com a Abra Contábil

Apenas um contador prestará a assessoria que você precisa nesse importante momento.

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Fluxo de caixa: como gerir e fazer o controle adequadamente?

Mesmo que a contabilidade seja uma grande aliada para qualquer empresa, o gestor precisa dominar alguns recursos contábeis para preservar o seu patrimônio. Um meio prático de ter esse domínio é através da realização do seu próprio fluxo de caixa. Afinal, é dessa forma que o empresário conseguirá fazer as decisões mais assertivas para o seu negócio.

Nesse artigo você descobrirá qual é a importância do fluxo de caixa e qual é o melhor método de fazê-lo. Confira:

Qual é o objetivo do fluxo de caixa?

Mas, afinal, o que é fluxo de caixa? É um instrumento gerencial que realiza o controle e informa todas as movimentações financeiras, com base na conta bancária da empresa.

Pode ser feita em diferentes períodos: diário, semanal, mensal, trimestral etc. De forma geral, essa ferramenta serve para reduzir gastos ou aumentar a despesa, quando necessária.

Análises feitas dentro desse monitoramento:

  • Contas a pagar;
  • Pagamentos;
  • Despesas;
  • Vendas;
  • Saldos de aplicações;
  • Entre outros.

O que é um fluxo de caixa exemplo?

Um fluxo de caixa referência é aquele controlado e com saldos operacionais positivos. Além disso, ele permite lidar com alto custo de crédito, taxas de juros elevadas, redução do faturamento e outros problemas financeiros comuns no meio empresarial.

Como se faz um fluxo de caixa?

Essa não é uma tarefa difícil, mas, exige constância para que se obter bons resultados. Como envolve muitos números, uma forma de torná-la mais prática é usar planilhas, como a do programa Excel.  Etapas de um fluxo de caixa:

Registre as movimentações

Registrar todas as movimentações financeiras atuais da empresa é o primeiro passo. Priorizando dados do mês em aberto, será possível planejar o futuro com mais precisão.

Crie categorias

Para organizar os números, distribua despesas e receitas por categorias, sem tornar o entendimento complexo demais. Posteriormente, registre as operações em uma planilha.

Análise

No fim do mês (ou período determinado) é importante analisar o saldo operacional. É nesse momento que, caso haja problemas financeiros, o gestor deve fazer alterações no negócio.

Planejamento

Por fim, planeje o mês futuro tendo como base as contas e receitas que já são uma certeza para a empresa. Lembre-se de nunca arredondar valores para evitar surpresas.

Qual diferença entre demonstração de fluxo de caixa e outras demonstrações?

De forma geral, os demonstrativos de resultados apontam a viabilidade um negócio, mostrando com maior precisão, lucros e prejuízos da empresa em um período (geralmente mensal).

O fluxo de caixa, por sua vez, é a condição financeira do dia a dia, através da conta e previsões de saída de dinheiro. Por isso, é considerado um controle mais prático e simples.

Contrate um profissional de contabilidade

O gestor pode realizar seu fluxo de caixa, mas os demonstrativos necessitam de um olhar especializado. Para aplicar isso em sua realidade, conte com a experiência da assessoria de um contador!

Conhecimento é importante, mas, apenas um profissional contábil permite uma gestão mais segura e eficaz.

Entre em contato com a Abra Contábil e descubra as vantagens do nosso atendimento.

Contabilidade para advogados

Organização de processos, prazos a serem compridos, atendimentos aos clientes, participação em audiências: a rotina de um advogado é bastante exaustiva. Imagina como é difícil dar conta dessas funções e ainda solucionar as questões jurídicas, financeiras e tributárias do seu próprio negócio. Mas, existe um profissional que pode fazer isso.

Qualquer bom advogado possui amplo conhecimento em contabilidade.

Porém, contar com o auxílio e suporte de um contador faz diferença no desempenho de qualquer escritório.

Porque advogado precisa do contador?

Mesmo tendo conhecimentos sobre a atividade contábil, a rotina de um advogado não permite que ele se dedique integralmente para a contabilidade de seu próprio escritório. Assim, contratar uma empresa contábil se torna a melhor alternativa para o negócio.

Todos os ajustes fiscais, tributários e administrativos podem ser geridos pelo contador. Isso permite trabalhar conforme a legislação e ser assegurado em outras tarefas, como:

  • Incidências de multas
  • Administração de documentações (escritura contábil e fiscal)
  • Preparação de folhas de pagamento
  • Assessoria jurídica e financeira
  • Emissão de balancetes
  • Avaliação de prazos
  • Cálculos de tributos
  • Demonstrativos contábeis
  • Aprimoramento no processo de gestão.

É preciso contratar uma empresa contábil?

Sim e não. A contratação será necessária caso o próprio escritório não tenha um contador na equipe de funcionários. Nesse caso, ele é contratado para cálculos específicos, mas pode também realizar outros serviços.

Qual o primeiro passo na contabilidade do advogado?

A contabilidade será necessária desde a abertura do escritório. Nesses primeiros passos, o serviço de contabilidade definirá características do empreendimento, como:

  • Natureza jurídica
  • Capital social
  • Participação de sócios,
  • Regime de tributação
  • Porte do escritório

Como realizar o controle financeiro no escritório?

Através da contabilidade fica mais fácil controlar o faturamento e despesas do escritório, por exemplo. Muitos serviços de contabilidade são especializados em fazer planejamento financeiro e tributário, exercendo atividades de legalização, avaliando reduções de custos, gerindo balanços e realizando gráficos com demonstrativos dos resultados.

Quais benefícios da formalização da contabilidade para advogados?

O maior benefício é trabalhar dentro da legislação. A empresa de contabilidade fornece uma assistência contábil para qualquer decisão tomada ou para casos de mudança em leis tributárias ou trabalhistas. A assessoria contábil é pautada em análises e estudos, garantindo mais segurança ao cliente.

Cálculos de contabilidade: por quanto tempo é preciso guardar?

Quando o assunto é cálculo contábil, é necessário cuidado redobrado com as documentações. Qualquer documento contábil e fiscal deve ser guardado e arquivado por, no mínimo, por cinco anos.

Livro necessários para contabilidade do Simples Nacional

Registros e controles da natureza fiscal Simples Nacional são realizados através dos livros:

  • Caixa
  • Registro de Inventário
  • Registro de entradas
  • Registro dos Serviços Prestados
  • Registro dos Serviços Tomados
  • Registro de Entrada e Saída de Selo de Controle.

Contrate uma assessoria contábil

Montou um escritório, mas precisa de mais tempo para advogar? Entre em contato com a Abra Contábil. Com experiência no mercado, oferecemos o suporte necessário para que o seu negócio seja aberto, regularizado e apresente crescimento.

Contabilidade para EPP [Simplificada]

Exceto para o chamado Microempreendedor Individual (MEI), a assessoria contábil é parte fundamental e obrigatório na administração de uma empresa. Além de existir um sistema contábil e legislativo à ser seguido, o serviço do contador visa prevenir e alavancar o patrimônio das empresas.

As chamadas Empresas de Pequeno Porte (EPP) necessitam desse serviço como qualquer outra.

Talvez, necessite até mais para que consiga se solidificar dentro do mercado econômico.

Mas, como é feita essa contabilidade? O que pode ser classificado como EPP?

Essas e outras dúvidas serão retiradas nesse artigo.

O que é uma empresa EPP?

São todas as sociedades classificadas como “Microempresa ou Empresa de Pequeno Porte” que possuem uma receita bruta anual entre R$ 360 mil e R$ 4.8 milhões.

Por gerarem empregos, comprarem de outras empresas e disponibilizar serviços e produtos para outras grandes empresas, elas são vistas como empresas que impulsionam a economia do país, sendo as principais geradoras de riqueza do comércio brasileiro.

Como funciona o EPP?

Em relação às empresas de médio e grande porte, as regras tributárias e as obrigações a serem compridas para EPP são menos rigorosas. Geralmente, o enquadramento tributário é o Simples Nacional, que, na prática, garante mais benefícios ao empreendedor.

Toda a receita da empresa deve ser escriturada contabilmente, conforme o regime de competência, mesmo que, no caso do Simples Nacional, esse recolhimento possa feito através de regime de caixa.

Porém, não é uma regra que o regime tributário seja apenas Simples Nacional. Se a empresa estiver em fase de expansão, ela pode se enquadrar também no Lucro Real ou Presumido.

Quem pode ser EPP?

Qualquer empresa que a sua atividade e escritura seja classificada em:  Empresário individual (EI),  sociedade empresária, a sociedade simples (LTDA), o empresário individual de responsabilidade limitada (EIRELI).

Como abrir uma empresa EPP?

Primeiramente, conte com a assessoria de um contador.  É importante fazer o enquadramento tributário correto, logo no momento de abertura, para evitar problemas no futuro. Leve em consideração os custos fiscais para a abertura e também a modalidade da empresa ao iniciar o processo.

Os trâmites burocráticos para abertura, como a solicitação de documentação (comprovante de renda e bens etc), serão organizados pela equipe contábil.

Qual é o faturamento para EPP?

Como já mencionado, o faturamento previsto para caracterizar esse porte de empresa fica entre R$ 360 mil e R$ 4,8 milhões.

Quantos funcionários pode ter um EPP?

Conforme o porte da empresa, o número de funcionários permitidos por lei é validado em duas modalidades: empresa que atua na área de comércio e serviços e na empresa industrial. A quantidade permitida é:

  • Comércio e serviços – Entre 19 e 49 funcionários
  • Indústria – Entre 49 e 99 funcionários

Conte com uma assessoria contábil

Abra a sua empresa com tranquilidade ou tenha todo o suporte necessário para garantir o crescimento de sua EPP.

Com a Abra Contábil, sua empresa recebe todo o acompanho jurídico, tributário, administrativo e fiscal. Consulte um de nossos atendentes e descubra as vantagens em contar com nossos serviços!

Contabilidade para imobiliárias

A contabilidade trabalha diretamente com dados e com as movimentações financeiras de uma determinada empresa. Porém, se engana quem pensa que todo tipo de negócio é assessorado pelo mesmo tipo de profissional contábil.

Existem diversas formas de se fazer contabilidade e o que varia é o contexto do ramo, alternando entre comércio, saúde, alimentício, atc.

A contabilidade para o ramo imobiliário, especificamente, conta com aspectos diferentes que para demais áreas de empreendimento.

O seu lucro e as suas perdas são definidas por fatores bem característicos, como mercado de imóveis, tipo de tributação, perfil de cliente e legislações. Confira como é feita a contabilidade imobiliária na prática:

O que é contabilidade imobiliária?

A contabilidade imobiliária é uma modalidade do ramo contábil que visa analisar indicadores e o cumprimento da legislação do mercado imobiliário.

Além de seguir as leis e regras específicas, o profissional contábil deve levar em conta a receita imobiliária, que é bem específica, assim como tipo de atividade exercida.

Nessa contabilidade, o contador deve:

  • Estudar a valorização e desvalorização de imóveis
  • Análise de dados do negócio
  • Analisar fluxo de atendimentos ao cliente.

O que é receita imobiliária?

A receita imobiliária é representa a arrecadação adquirida através da atividade de venda ou locação de imóveis.

Sendo a base da função contábil, a receita é determinada pelo cálculo de lucros, que irão variar conforme a natureza tributária pactuada para o setor imobiliário: Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real.

Confira onde cada uma pode ser aplicada:

Imobiliárias que administram bens próprios

Pode ser Lucro Presumido ou Real provindo do aluguel dos imóveis.

Imobiliárias que administram bens de terceiros

Simples Nacional a partir da administração imobiliária dos imóveis.

Imobiliária que administram imóveis de terceiros e realizam vendas de imóveis em geral

Simples com taxa a partir da administração do imóvel e da comissão de venda.

O que é considerada uma atividade imobiliária?

A contabilidade define como atividade imobiliária todas aquelas que intermediam ou realizam a venda ou locação de apartamentos, casas, lojas comerciais, terrenos, dentre outros bens imobiliários.

Quais são as diferenças na CPC 47?

Ligado à Norma Internacional de Contabilidade (IFRS 15), o CPC (artigo 47) estipula uma série de medidas, termos de contratos, fatos e circunstâncias dentro do processo e das receitas imobiliárias.

Nos últimos anos, o CPC passou por algumas mudanças, estipulando agora cinco etapas que envolvem o contrato com um cliente e também a atividade imobiliária como um todo:

  • Identificação do contrato com o cliente
  • Identificação das obrigações de desempenho previstas no contrato
  • Determinação do preço da transação
  • Alocação do preço da transação às obrigações de desempenho identificadas
  • Reconhecimento da receita conforme atendimento das obrigações de desempenho

Contrate uma assessoria contábil

Aumente a sua receita e seus lucros gerais contratando uma assessoria contábil com foco no ramo imobiliário! Com o auxílio de um contador, o empreendedor do setor consegue focar em outras atividades diárias do seu negócio.

Quer potencializar as suas vendas?

Entre em contato com a Abra Contábil e retire todas as dúvidas sobre os nossos serviços.

Contabilidade para clínicas e consultórios

Consultórios e clínicas médicas são os frutos do empreendedorismo do profissional da saúde. Porém, a rotina de trabalho é bastante intensa.

Para poder dedicar o seu tempo ao atendimento do paciente e à qualificação dos serviços, o empreendedor de saúde precisa saber repassar as tarefas fiscais, administrativas e tributárias para um profissional igualmente capacitado.

É por essa razão que contar com o auxílio de um escritório de contabilidade para consultórios médicos se torna tão importante nos dias atuais.

Confira o que esperar de um escritório contábil e como funciona o processo de abertura de uma clínica.

Contabilidade para os profissionais de saúde

Médicos que possuem clínicas e consultórios devem contratar um escritório de contabilidade específico do ramo de saúde. Diferente da contabilidade geral, esse meio profissional, é altamente burocrático e regulamentado, passando também por mudanças constantes.

Além do processo de abertura e inauguração da clínica, a contabilidade ficará responsável também por definir a tributação da pessoa jurídica entre: Lucro Presumido, Simples Nacional e Lucro Real.

A contratação, regularização e direitos dos funcionários também passará pela contabilidade, assim como todas as obrigações da clínica. Com uma assessoria contábil, o médico consegue atuar dentro da legalidade com maior facilidade.

De uma forma geral, a contabilidade permite:

  • Qualidade e otimização de serviços
  • Redução de impostos
  • Evitar problemas com a Receita Federal
  • Planejamento e análise tributária
  • Elaboração de demonstrações contábeis
  • Gestão de fiscal, tributária, financeira e de fluxo de caixa
  • Assessoria em processos jurídicos e tributários

Para o médico é mais vantajoso abrir uma empresa?

Se o médico pode investir, a abertura pode ser muito vantajosa. Além de não ser obrigatório ter um sócio, a abertura não demora e nem os impostos de Pessoa Jurídica são superiores aos casos de médicos contratados.

O profissional contábil ajuda a analisar a tributação mais vantajosa para cada tipo de caso.

O que pode significar uma desvantagem é a obrigatoriedade de haver 100 salários atuais para a clínica seja aberta.

Como proceder para abrir uma clínica médica?

A abertura de uma clínica ou consultório médico é o primeiro passo contábil e legal. Para isso, procure um escritório capacitado para iniciar os trabalhos.

Para abrir o seu negócio, o profissional terá de classificar o seu empreendimento em uma dentro quatro categorias:

  • Sociedade Simples LTDA (Sociedade entre profissionais diversos)
  • Sociedade Simples Pura (sociedade entre médicos)
  • EIRELI (empresa individual)
  • ME ou EPP (Microempresas que presta serviços diversos)

O registro e a escritura contábil da clínica também é uma responsabilidade do escritório contábil, que presta todas as informações necessárias.

O médico pode abrir uma empresa no seu endereço residencial?

Na maioria dos casos, sim. Mas, é sempre importante conferir a legalidade junto a Prefeitura Municipal da sua cidade. Além do mais, o profissional ou o seu sócio devem residir no mesmo endereço de abertura.

Conte com uma assistência contábil

Ainda em dúvida sobre como abrir e administrar a sua clínica médica? Entre em contato com a Abra Contábil! Nossa equipe prestará todo o suporte necessário para o sucesso dos seus empreendimentos!

Profissional liberal: como lidar com a contabilidade um jeito fácil?

Um serviço que oportuniza rotina, funções e horários mais maleáveis é o sonho de muitas pessoas. A cada vez mais, tem crescido o número de profissionais que direcionam a sua carreira para desenvolver o seu trabalho ao seu modo, em busca de uma vida mais tranquila ou então da tão sonhada independência financeira.

Um exemplo é o chamado profissional liberal.

Porém, muitas vezes, as pessoas acabam confundindo o profissional liberal com o autônomo. Quando existe essa comparação, é importante saber que o autônomo não necessita de uma formação.

Para ser classificado como um, basta que o trabalhador trabalhe por conta própria. Mas, afinal, o que é um profissional liberal?

O que é um profissional liberal?

Ao contrário do autônomo, o profissional liberal possui total liberdade para sua profissão, desde que tenha uma formação técnica ou universitária. A diferença dele para os demais, atuantes no mercado convencional, é que o liberal é livre para estabelecer seus horários, para organizar e executar o seu trabalho.

Diversas atividades liberais já são regulamentadas no Brasil e amplamente praticadas. Confira algumas:

  • Advogado
  • Arquiteto
  • Ator
  • Biólogo
  • Economista
  • Engenheiro
  • Escritor
  • Farmacêutico
  • Historiador
  • Jornalista
  • Médico
  • Músico
  • Nutricionista
  • Odontologista
  • Professor
  • Psicólogo
  • Publicitário
  • Químico
  • Sociólogo
  • Terapeuta
  • Tradutor
  • Zoólogo

Porque é importante ter um CNPJ?

A abertura de um CNPJ traz diversos benefícios para profissional liberal. Trabalhando como pessoa física ao invés de jurídica, o investidor consegue pagar menos impostos para a União.

Além disso, o profissional consegue emitir notas fiscais, fazer contratações e ser assessorado por um escritório de contabilidade.

Muitos profissionais liberais se arriscam a trabalhar sem um CNPJ. Mas, aqueles que priorizam pelo crescimento de seus negócios, sempre irão optar por se responsabilizar pela sua contabilidade.

Como é a contabilidade para um liberal com CNPJ?

É através do CNPJ que o profissional liberal consegue exercer a sua profissão de forma legal, prestando contas tributárias, fiscais e trabalhistas, sem a necessidade de abrir uma empresa física.

A carga tributária para essa modalidade fica entre 13,33% e 16,33% e os impostos devem apresentados através do Carnê Leão.

Como fazer o enquadramento tributário correto?

A empresa pode ser enquadrada em três modalidades: Simples Nacional, Lucro Real e Lucro Presumido:

Simples Nacional

Margens de lucros médias e altas, de custos operacionais baixos; com uma boa participação das despesas na folha de pagamento; transações com mercadorias não beneficiadas pela redução da base de cálculo do ICMS e não ter mercadorias no regime de Substituição Tributária; seus consumidores serem clientes finais.

Lucro Real

Margens de lucro baixas ou prejuízo; custos de operação altas; realizar transações com mercadorias que possuem redução da base de cálculo; possuir mercadorias no regime de Substituição Tributária; faturamento acima de R$ 78 milhões.

Lucro Presumido

Margens de lucro acima dos limites de presunção; poucos custos operacionais; pouca participação na folha de pagamento; transacionar com mercadorias com redução da base de cálculo; possuir mercadorias no regime de Substituição Tributária; faturamento até R$ 78 milhões.

Por que vender sem nota fiscal é crime?

Talvez ainda há quem ignore e subestime essa prática, mas está na legislação: Em qualquer atividade de compra e venda é obrigatório a emissão de nota fiscal, sendo um controle de responsabilidade tanto do vendedor como também do consumidor.

A nota é considerada a última etapa do processo de venda e é por isso que vender sem a nota, ou através de uma nota fria, pode ocasionar diversos problemas com o Fisco e tornar o seu negócio ilegal.

É através da nota que é possível verificar as operações fiscais e contábeis dos contribuintes. Ela é uma comprovação de que o vendedor declara corretamente os seus serviços e recolhe os tributos devidos.  Vender sem nota fiscal confira sonegação de impostos, entre outros crimes, já que a A Lei 8.137/90 prevê:

negar ou deixar de fornecer, quando obrigatório, nota fiscal ou documento equivalente, relativa a venda de mercadoria ou prestação de serviço, efetivamente realizada, ou fornecê-la em desacordo com a legislação” é crime.

A nota fiscal funciona com um comprovante de prestação legal de serviços e sua fiscalização nas normativas atuais é realizada desde 2011.

O que é uma nota fiscal fria?

Aqui não se trata da falta da emissão. Muitos contribuintes ilegais acabam recorrendo à emissão de nota fiscal fria, ou seja, falsa. O vendedor declara a venda de uma mercadoria ou a prestação de um serviço que não existiu.

Qual é o valor da multa?

A punição pode ser grave e varia entre 10% até 100% frente ao valor total da operação da nota fiscal. Entre serviços de fornecimento e venda, o fornecedor pagará 50% da operação sem nota enquanto o cliente pagará 35%, sendo também responsabilizado pela infração.

Se a nota fiscal não seguir uma ordem numeral referente à data de emissão, o emitente é multado em R$ 246,30.

Como funciona a meia nota?

A emissão de meia nota fiscal também é vista como crime, já que a sua venda é um exemplo evidente de subfaturamento. Na prática, a empresa emite uma nota com metade do valor a ser faturado, sendo que a outra metade é paga pelo cliente por fora, alimentando um caixa dois..

Como saber se uma nota é verdadeira ou falsa?

Assim que a nota fiscal for aprovada junto a secretaria de Fazendo,  a sua autenticidade pode ser comprovada através do Portal da Nota Fiscal Eletrônica, no endereço http://www.nfe.fazenda.gov.br/portal/principal.aspx.

Uma vez no site, acesse a chave de acesso do Danfe, realizando a consulta de duas formas diferentes. Uma pode ser através do Sistema Gestor e a outra através do Portal Nacional.

Como saber se a minha nota fiscal foi cancelada?
Após a emissão, o emissor tem até 24h para cancelar a nota fiscal. Se você quer conferir o cancelamento e a validade, vá até o Portal da Nota Fiscal Eletrônica e clique na opção “Consulta NFe Completa”.

Depois digite a chave de acesso, que está presente na Danfe, e confira a validade do documento. O procedimento também pode ser válido para conferir a autenticidade da nota fiscal.

CNAE: Aprenda como classificar a sua empresa

A abertura de uma nova empresa é bastante burocrática e envolve siglas econômicas que, às vezes, são desconhecidas para um novato na área. Esse pode ser o caso da CNAE, que significa Classificação Nacional de Atividade Econômica.

Desde as empresas privadas e públicas, até profissionais autônomos e instituições sem bens lucrativos: a CNAE é destinada para todos que produzam bens ou serviços, seja físico ou jurídico.

Códigos do CNAE também incluem produtores e empreendimentos do segmento rural. Essa classificação nacional representa uma empresa ou serviço através de um código de sete dígitos.

Assim, cada empresa possui ao menos um CNAE. Porém, ela pode ter duas se tiver uma atividade secundária como prestadora de serviços.

Como descobrir o número do CNAE de uma empresa?

Para descobrir o código de classificação da sua empresa é necessário acessar a tabela CNAE disponível no site do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), através do endereço https://cnae.ibge.gov.br/.

Na página, é possível consultar duas modalidades: “Atividade” e “Estrutura”.

Na primeira, além do código da principal atividade econômica da empresa, o empresário consegue verificar as atividades secundárias, se for o caso. Mas, é no segundo item, “Estrutura”, que IBGE disponibiliza uma lista das atividades de forma mais detalhada, facilitando a localização da empresa que está sendo procurada.

Nessa parte é necessário selecionar a divisão, seção, o grupo e a classe que corresponde ao seu empreendimento.

Vamos supor que você trabalhe com o segmento imobiliário. Na listagem, terá de escolher por “Atividade Imobiliária”, na seção L, divisão 68.

O que é CNAE?

A função do CNAE é definir a tributação de uma empresa através da sua principal atividade econômica. Por isso, ele nada mais é que uma listagem das atividades brasileiras, buscando formalizar e padronizar todas as unidades produtivas nacionais.

Através de códigos, essa ferramenta pública serve para facilitar o enquadramento da sua empresa perante os tantos órgãos tributários existentes no país.

Qual a importância do CNAE?

Para os órgãos tributários, o controle da CNAE é, de fato, muito importante. Mas, afinal, porque o código deve ser importante também para o empresário?

Muitos não sabem, mas o CNAE é fundamental para a emissão de notas fiscais. Por isso, para não ter problemas com o fisco, é necessário ter o conhecimento do seu código e ter controle sobre a sua tributação.

O CNAE não precisa aparecer no Documento Auxiliar de Nota Fiscal Eletrônica (Danfe), mas precisa constar no arquivo XML, ou seja, na nota padrão. Além da emissão de notas, o CNAE pode indicar abonos e outros benefícios designados para a empresa.

Em deles é a participação no Simples Nacional, que é um sistema que facilita o pagamento de tributos de negócios para microempresas e empresas de pequeno porte.

Ou seja, o código do CNAE ajudar a definir o enquadramento tributário da empresa, que pode ser em Simples Nacional, Lucro Presumido ou então Lucro Real. De um modo geral, a CNAE foi criada para facilitar a vida dos empresários, amenizar a burocracia e facilitar o pagamento de impostos e tributos.

Como saber se a empresa é lucro real ou presumido?

Você sabe realmente quanto sua empresa fatura anualmente?

Sabe quanto paga de impostos todos os anos?

Por mais incrível que pareça, muitos empresários não conhecem esses valores, nem mesmo superficialmente, e essa informação é essencial para quem quer fazer seu negócio crescer de forma sustentável.

Porque ter conhecimento sobre esses números pode te mostrar se o enquadramento da sua empresa está correto, e isso por sua vez pode representar uma redução de custos considerável para que você possa investir no crescimento da empresa.

Veja a seguir mais informações sobre como saber se a empresa é lucro real ou presumido, os regimes de tributação disponíveis e outras informações importantes para o seu negócio.

O que é o enquadramento tributário de uma empresa?

O enquadramento tributário de uma empresa é a classificação que ela recebe, e através da qual são calculadas as alíquotas referentes aos impostos que todas as empresas devem recolher.

Quais os tipos de regime de tributação?

Atualmente no Brasil existem quatro tipos de regime de tributação, e agora vamos abordar cada um deles para que você entenda a diferença entre os regimes.

Simples Nacional

Esse é, sem dúvida, o tipo de regime tributário mais conhecido e divulgado em todo o Brasil, afinal é a opção de regime adotada por muitas empresas em todo o país.

O Simples Nacional foi criado com o objetivo de facilitar a vida do micro e pequeno empresário, centralizando o pagamento de vários impostos em um único documento.

É através do pagamento do DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional) que o micro e pequenos empresários fazem o recolhimento de impostos como:

  • INSS;
  • PIS;
  • COFINS;
  • IRPJ;
  • ICMS;
  • IPI;
  • ISS.

Para ser enquadrada como optante do Simples Nacional, a sua empresa precisa registrar faturamento anual máximo de R$ 360.000,00, caso seja Microempresa (ME).

Já empresas classificadas como empresa de pequeno porte (EPP), devem observar o teto de faturamento anual de R$ 4.800.000,00 para se manterem enquadradas no Simples Nacional.

Além disso, o microempreendedor individual também é optante do Simples Nacional, com limite de faturamento estabelecido em R$ 81.000,00.

Porém, ao contrário das MEs e das EPPs, que podem optar ou não por esse regime de tributação, o MEI não conta com essa opção.

Lucro Presumido

O lucro presumido é um regime de tributação mais simples, que fica entre o Simples Nacional e o Lucro Real.

Nesse regime, a tributação segue tabela que indica um percentual sobre as vendas realizadas, o que o torna uma opção válida para muitos negócios.

Apesar de ser um regime voltado para empresas de pequeno porte, existem alguns casos que impossibilitam a opção pelo lucro presumido.

São eles:

  • Empresas que possuem capital vindo do exterior;
  • Empresas que possuem benefícios fiscais;
  • Empresas com faturamento anual acima de R$ 78.000.000,00;
  • Bancos, corretoras, financeiras e outras empresas do setor financeiro.

Lucro Real

O regime do Lucro Real é o mais complexo para o empresário, já que envolve um processo burocrático muito maior, mas teoricamente é o regime mais justo, já que o imposto é cobrado sobre a renda efetiva, e não sobre uma projeção, como ocorre no lucro presumido.

Algumas empresas são obrigadas a adotar o lucro real como regime de tributação, como por exemplo:

  • Bancos e instituições financeiras;
  • Empresas do agronegócio;
  • Empresas que recebem capital do exterior;
  • Empresas que possuem benefícios fiscais.

Como saber se a empresa é lucro real ou presumido?

O primeiro passo para saber se a sua empresa está enquadrada no lucro presumido ou no lucro real, é o seu faturamento anual.

Caso esse valor seja superior a R$ 78.000.000,00, ocorre o desenquadramento, e a empresa passa para o regime do lucro real.

Além disso, os fatores mencionados anteriormente que excluem a empresa do regime de lucro presumido também obrigam a empresa a adotar o lucro real.

Caso você ainda tenha dúvidas sobre os regimes de tributação, e qual o ideal para a sua empresa, entre em contato agora mesmo com nossa Central de Atendimento para mais informações.

Enquadramento de empresas em 2020

A principal reclamação de empreendedores de todos os segmentos da economia no Brasil está relacionada aos impostos.

Não é segredo para ninguém que a carga tributária praticada no país é imensa, e cria dificuldades para a maior parte dos empreendedores e empresários, que são obrigados a pagar seus impostos, mesmo quando apresentam prejuízo no exercício.

E uma das formas de conseguir amenizar um pouco a mordida do Leão no caixa da sua empresa é através do enquadramento de empresas.

Conhecer os regimes e as classificações tributárias disponíveis pode representar uma grande economia para a sua empresa, desde que a escolha seja feita com cuidado.

Nesse artigo vamos falar sobre o que é o enquadramento de empresas, os tipos de enquadramento, e como é determinado o porte de uma empresa. Vamos lá!

O que é o enquadramento tributário de uma empresa?

O enquadramento de empresas nada mais é do que uma forma encontrada pela União para classificar as empresas, e com isso determinar as alíquotas praticadas de acordo com cada faixa de faturamento.

Basicamente, essa classificação é feita com base nos rendimentos decorrentes da atividade realizada pela empresa, ou seja, o seu faturamento bruto anual.

Quais os tipos de enquadramento das empresas?

Toda pessoa que tem planos de abrir um negócio, ou que já empreende em qualquer setor da economia precisa entender quais são os tipos de enquadramento para empresas.

Afinal, isso pode ser determinante para o crescimento do seu negócio.

Veja os tipos de empresas:

  • Sociedade simples (SS);
  • Sociedade empresária limitada (Ltda);
  • Sociedade anônima (AS);
  • Empresa individual de responsabilidade limitada (Eireli);
  • Microempreendedor individual (MEI);
  • Empresa individual.

Cada um desses enquadramentos de empresas vai influenciar na carga tributária que você terá de pagar todos os anos, então é preciso avaliar qual a opção mais indicada para o estágio em que o seu negócio se encontra, assim como seus objetivos para os próximos anos.

Agora que você entendeu quais são os tipos de empresa, vamos ver quais são os regimes onde sua empresa pode ser enquadrada.

  • Simples Nacional: opção para empresas com faturamento entre R$ 81.000,00 e R$ 360.000,00;
  • Lucro Presumido: opção para empresas com faturamento entre R$ 4.800.000,00 e R$ 78.000.000,00;
  • Lucro Real: obrigatório para empresas com faturamento superior R$ 78.000.000,00, ou R$ 6.500.000,00 caso o exercício anterior seja inferior a 12 meses;
  • Lucro Arbitrado: obrigatório para empresas com problemas junto a Receita Federal por envio de dados inconsistentes, por exemplo.

Como classificar o porte de uma empresa?

O que determina a classificação do porte da sua empresa é seu faturamento anual.

Com base nessa informação, a sua empresa pode ser classificada como:

  • Microempresa (ME): empresas cujo faturamento anual não ultrapasse o teto de R$ 360.000,00;
  • Empresa de pequeno porte (EPP): classificação dada as empresas com faturamento entre R$ 360.000,00 e R$ 3.600.000,00;
  • Microempreendedor individual: o MEI também pode entrar nessa lista, com faturamento máximo anual de R$ 81.000,00.

No caso de médias e grandes empresas, a classificação leva em conta outros fatores, que não se aplicam nas anteriores.

Como você viu, a sua empresa pode se enquadrar em várias categorias dependendo do seu faturamento, então é preciso estudar muito bem qual é a melhor opção para o presente e o futuro, juntamente com seu contador.

Além disso, também importante o acompanhamento constante da evolução dos negócios, para sentir se existe a necessidade de algum tipo de mudança.

Você entendeu o que é o enquadramento de empresas? Ficou com alguma dúvida?

Entre em contato com a nossa equipe agora mesmo para acabar com qualquer dúvida referente ao enquadramento de empresas.

Simples Nacional: Tabelas e limites do Simples 2020

É comum encontrar empresários e empreendedores perdidos quando o assunto são os valores dos impostos que precisam ser pagos.

Além deles, empreendedores iniciantes também tem muitas dúvidas sobre alíquotas e teto de faturamento para saber se podem ou não aderir ao simples nacional.

Por isso, nesse artigo vamos falar sobre quem pode aderir a esse regime de tributação, e suas tabelas de alíquotas para o ano de 2020. Confira!

Quem pode aderir ao Simples Nacional?

As empresas que podem aderir ao Simples Nacional são todas aquelas que preenchem os pré-requisitos necessários para a escolha desse regime de tributação.

Esses pré-requisitos são:

  • Microempresas com faturamento de até R$ 360.000;
  • Pequenas empresas, cujo faturamento não ultrapasse R$ R$ 4.800.000,00;
  • MEIs, que são regulamentados pela mesma Lei Geral que rege o Simples;
  • Não possuir dívidas com INSS e outros órgãos públicos.

Para entender melhor o que a sua empresa precisa para poder ser optante do simples nacional, o mais indicado é entrar em contato com um contador para que ele possa lhe orientar da melhor maneira possível.

Tabelas do Simples Nacional 2020

Os valores das alíquotas do Simples Nacional variam de acordo com o segmento em que a empresa atua.

Por isso é importante que o empresário conheça a tabela das alíquotas que se aplicam ao seu negócio.

Veja as tabelas do simples nacional a seguir.

Comércio

Alíquota para empresas com receita bruta total de:

  • Até R$ 180.000,00 – Alíquota de 4%
  • Entre R$ 180.000,01 até R$ 360.000,00 – alíquota de 7,3%
  • Entre R$ 360.000,01 até R$ 720.000,00 – alíquota de 9,5%
  • Entre R$ 720.000,01 até R$ 1.800.000,00 – alíquota de 10,7%
  • De R$ 1.800.000,01 até R$ 3.600.000,00 – alíquota de 14,3
  • De R$ 3.600.000,01 até R$ 4.800.000,00 – alíquota de 19%

Indústria

Alíquota para empresas com receita bruta total de:

  • Até R$ 180.000,00 – Alíquota de 4,5%
  • Entre R$ 180.000,01 até R$ 360.000,00 – alíquota de 7,8%
  • Entre R$ 360.000,01 até R$ 720.000,00 – alíquota de 10%
  • Entre R$ 720.000,01 até R$ 1.800.000,00 – alíquota de 11%
  • De R$ 1.800.000,01 até R$ 3.600.000,00 – alíquota de 14,7%
  • De R$ 3.600.000,01 até R$ 4.800.000,00 – alíquota de 30%

Serviços

Alíquota para empresas como clínicas médicas, serviços de reparos e manutenção, escritórios contábeis e academias, agências de viagens, com receita bruta total de:

  • Até R$ 180.000,00 – Alíquota de 6%
  • Entre R$ 180.000,01 até R$ 360.000,00 – alíquota de 11,2%
  • Entre R$ 360.000,01 até R$ 720.000,00 – alíquota de 13,5%
  • Entre R$ 720.000,01 até R$ 1.800.000,00 – alíquota de 16%
  • De R$ 1.800.000,01 até R$ 3.600.000,00 – alíquota de 21%
  • De R$ 3.600.000,01 até R$ 4.800.000,00 – alíquota de 33%

Tabela para empresas de vigilância, advocacia, limpeza e obras, com receita bruta total de:

  • Até R$ 180.000,00 – Alíquota de 4,5%
  • Entre R$ 180.000,01 até R$ 360.000,00 – alíquota de 9%
  • Entre R$ 360.000,01 até R$ 720.000,00 – alíquota de 10,2%
  • Entre R$ 720.000,01 até R$ 1.800.000,00 – alíquota de 14%
  • De R$ 1.800.000,01 até R$ 3.600.000,00 – alíquota de 22%
  • De R$ 3.600.000,01 até R$ 4.800.000,00 – alíquota de 33%

Alíquotas validas para negócios que prestam serviços de jornalismo, publicidade, engenharia, tecnologia, entre outros, com receita bruta total de:

  • Até R$ 180.000,00 – Alíquota de 4,5%
  • Entre R$ 180.000,01 até R$ 360.000,00 – alíquota de 9%
  • Entre R$ 360.000,01 até R$ 720.000,00 – alíquota de 10,2%
  • Entre R$ 720.000,01 até R$ 1.800.000,00 – alíquota de 14%
  • De R$ 1.800.000,01 até R$ 3.600.000,00 – alíquota de 22%
  • De R$ 3.600.000,01 até R$ 4.800.000,00 – alíquota de 33%

Como todas essas informações muitas vezes acabam criando mais dúvidas na cabeça dos empresários, o papel do contador é cada vez mais importante para que as empresas não acabem tendo problemas.

Entre em contato agora mesmo com a nossa Central de Atendimento para tirar suas dúvidas e descobrir como podemos contribuir para o sucesso do seu negócio.